
Os países europeus citam que a segurança da região deve ser alcançada coletivamente, junto aos Estados Unidos, e “sustentando os princípios da Carta da ONU, incluindo soberania, integridade territorial e a inviolabilidade das fronteiras. Estes são princípios universais, e não vamos parar de defendê-los”.
O texto termina destacando que a “Groenlândia pertence ao seu povo”.
Nesta terça-feira (6), a Casa Branca confirmou que o presidente Donald Trump e sua equipe estão discutindo “opções de aquisição” para a ilha – o que poderia incluir o uso da força.
Enquanto isso, Trump atacou alguns países da Otan em meio às tensões entre EUA, Dinamarca e Groenlândia, ainda que depois tenha reforçado posteriormente o apoio de Washington ao bloco militar.
O líder norte-americano argumenta que os EUA precisam controlar a Groenlândia para garantir a segurança do território da Otan, diante das crescentes ameaças da China e da Rússia no Ártico.
Na última segunda-feira (5), o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielssen, reagiu com fortes declarações contra Trump, ao rechaçar a ideia de anexação e cobrar respeito ao direito internacional. Representantes dos governos da Groenlândia e Dinamarca tentam – sem sucesso, segundo eles – uma reunião com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.